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Vinícius Júnior rebate o presidente de La Liga: “Quero ações e punições”


Jhonatan Marques
22 de maio de 2023
Vinícius Júnior rebate o presidente de La Liga: “Quero ações e punições”

O brasileiro Vinícius Júnior, vítima de um novo ataque racista, neste domingo (21), na derrota do Real Madrid para o Valencia, por 1 a 0, pelo Campeonato Espanhol, rebateu às críticas proferidas pelo presidente de La Liga, Javier Tebas, nas redes sociais.

“Mais uma vez, em vez de criticar racistas, o presidente da LaLiga aparece nas redes sociais para me atacar. Por mais que você fale e finja não ler, a imagem do seu campeonato está abalada. Veja as respostas do seus posts e tenha uma surpresa… Omitir-se só faz com que você se iguale a racistas. Não sou seu amigo para conversar sobre racismo. Quero ações e punições. Hashtag não me comove”, disse o brasileiro no Twitter.

Mais cedo, Tebas havia criticado Vinícius Júnior, alegando que o astro brasileiro do Real Madrid precisava “se informar melhor sobre as ações de La Liga contra o racismo”.

“Já que ninguém lhe explicou o que é a La Liga e o que ela pode fazer em casos de racismo, tentamos explicar para você, mas você não apareceu em nenhuma das duas reuniões agendadas que você mesmo solicitou. Antes de criticar e insultar La Liga, você precisa se informar corretamente, Vini Jr. Não se deixe manipular e certifique-se de compreender plenamente as competências de cada um e o trabalho que temos feito juntos”, disparou Tebas nas redes sociais.

Na tarde deste domingo (21), Vini Jr. havia feito um longo desabafo, também nas redes, após um novo caso de ataques racistas em uma partida do Campeonato Espanhol.

“Não foi a primeira vez, nem a segunda e nem a terceira. O racismo é o normal na La Liga. A competição acha normal, a Federação também e os adversários incentivam. Lamento muito”, começou o brasileiro em um depoimento no Twitter.

“O campeonato que já foi de Ronaldinho, Ronaldo, Cristiano (Ronaldo) e Messi hoje é dos racistas. Uma nação linda, que me acolheu e que amo, mas que aceitou exportar a imagem para o mundo de um país racista”, continuou Vini Jr.

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